À quarta-feira de minha vida,
Só, a vejo chegar.
Brindo estando à janela,
De quieto, a observar.
E entre os cabelos disformes,
A mão perdida repousa,
Pondo a mim mais confuso.
Pondo a mim mais ansioso.
Úmida, escorre no meu rubor,
Fingindo umas lágrimas minhas,
Forjando nesse rosto assim frio,
Um choro que jamais tinha.
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